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Mais de 300 profissionais de órgãos estaduais e municipais atuaram no treinamento realizado na zona oeste de São Paulo

Voluntários e profissionais usaram maquiagem para simular vítimas de atentado
Dario Oliveira/Código19/Estadão Conteúdo - 7.5.16
Voluntários e profissionais usaram maquiagem para simular vítimas de atentado

A manhã deste sábado (7) foi de muito movimento na estação Butantã do Metrô, na zona oeste de São Paulo. E não por conta dos habituais passageiros e transeuntes que passam por ali diariamente, mas devido a uma simulação de atentado a bomba realizada nesta manhã.

O treinamento envolveu mais de 300 profissionais de entidades municipais e estaduais e foi promovido pelo Hospital Israelita Albert Einstein em parceria com a ViaQuatro, concessionária que administra a Linha 4-Amarela do Metrô paulista.

Na atividade, que simulava a explosão de uma bomba dentro de um dos carros do metrô, foram analisados o tempo de deslocamento das ambulâncias e demais equipes até o local, além de avaliar a capacidade das equipes de promoverem o socorro às vítimas, a minimização de perdas, o fluxo de informações e garantia do restabelecimento da ordem.

Quase 100 "vítimas" foram removidas para os hospitais Einstein, Hospital das Clínicas e Hospital Universitário, que também treinaram suas equipes de pronto-atendimento e trauma ao acionar seus planos de catástrofe hospitalar.

As vítimas levavam consigo uma etiqueta que era definida conforme a classificação de gravidade: nas áreas verde (vítimas conscientes e que se locomovem sozinhas), amarela (vítimas machucadas, com ou sem consciência e condições de locomoção própria, mas sem risco de morte) e vermelha (vítimas graves).

Simulação de ataque terrorista é realizada em São Paulo
Dario Oliveira/Código19/Estadão Conteúdo - 7.5.16
Simulação de ataque terrorista é realizada em São Paulo