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Aos gritos de 'Dilma Rousseff, libera o beck', manifestantes não conseguiram se aproximar do Palácio, em Brasília

Os manifestantes que querem a legalização da maconha não puderam se aproximar do Palácio do Planalto, em Brasília, na tarde desta quarta-feira (24), pois as vias continuam interditadas devido a operação para desfazer a suspeita de bomba  em frente à sede do executivo.

O grupo, que estava próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF) – a cerca de 250 metros do Palácio –, fez um apelo para a presidente Dilma Rousseff. Aos gritos, os manifestantes diziam: "Dilma Rousseff, legaliza o beck". 

Assista:

Neste momento, policiais militares fazem um cerco ao Planalto enquanto um grupo de especialistas em explosivos da PM ainda monitora com robôs as três mochilas – que foram arrastadas e submetidas ao raio-x móvel. No entanto, ainda não se sabe se elas contêm explosivos.

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Para o comandante do departamento de bombas e explosivos do BOPE, capitão Eduardo Matos, a probabilidade maior é de que as bolsas contenham cadernos, roupas, equipamentos eletrônicos e objetos de higiene pessoal. Para mover as mochilas, a polícia usou os robôs no meio da pista da avenida em frente ao Palácio. Os policiais também utilizam cães farejadores para desconsiderar totalmente a possibilidade de bomba.

A presidente Dilma Rousseff continua dentro do Palácio do Planalto sem interromper as atividades previstas na agenda. Um integrante da Secretaria Geral da Presidência da República acompanha o trabalho da polícia do lado de fora do prédio.

Veja fotos: Suspeita de bomba interdita avenida em frente ao Palácio do Planalto


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