Polícia investiga comunidade online que promove ataque a escolas

Apuração teve início após atentado que deixou uma adolescente de 17 anos morta; caso foi registrado em uma cidade da Suécia

Ataque em uma escola de Fagersta, na região central da Suécia
Foto: X/Reprodução
Ataque em uma escola de Fagersta, na região central da Suécia

A polícia sueca investiga uma possível comunidade online que promovia a violência escolar . As apurações tiveram início após um jovem de 18 anos atacar adolescentes em um colégio. As informações são da Reuters.

O caso foi registrado na cidade de Fagersta, na região central da Suécia. De acordo com a reportagem, um jovem atacou estudantes de uma escola de ensino médio nesta última sexta-feira (22).

Ela utilizou uma espada no atentado. Uma menina de 17 anos morreu e outros dois adolescentes ficaram feridos em estado grave. O suspeito foi preso em flagrante após o ataque.

Para a polícia, o jovem pode pertencer a uma comunidade que incentivava ataques escolares. De acordo com a investigação, uma conta em uma rede social publicou uma foto de uma espada cerca de 20 minutos antes do ataque.

A imagem, de acordo com a reportagem, parece ter sido tirada em um banheiro da escola. Ela pode pertencer ao suspeito, segundo o Reuters.

O perfil na rede social foi desativado ainda na sexta-feira. Ela tinha cerca de um mês de existência e continha vídeos que faziam referência a dois ataques violentos em massa na Suécia.

Além disso, ela fazia referência também ao assassino em massa norueguês Anders Behring Breivik. A conta também mencionava um ataque de 2015, no qual um espadachim mascarado matou uma auxiliar de ensino e dois meninos em uma escola em Trollhättan, no oeste da Suécia.

Uma fonte policial confirmou a investigação e afirmou que diversas comunidades on-line estão sendo analisadas.

"Os investigadores estão analisando diversas comunidades online que podem ter incitado o suspeito a realizar o ataque."

Neste sábado, foi confirmada a prisão preventiva do suspeito. Ele é acusado de  homicídio e várias tentativas de homicídio. O caso segue sendo investigado.