14/1 na história: Al-Qaeda em guerra e fim do vírus Ebola marcam data

Em 14 de janeiro, o Iêmen declarava guerra aberta ao grupo terrorista Al-Qaeda, em 2010. Além disso, o fim da epidemia do vírus Ebola na África e a falta de oxigênio em Manaus, marcaram a data. Relembre →

2010 - Iêmen declara uma guerra aberta contra o grupo terrorista Al-Qaeda

Os conflitos entre o Iêmen e a Al-Qaeda ocorrem desde 2001. A divergência se intensificou em 2010, quando a Insurreição jihadista no Iémen, com o apoio dos Estados Unidos, declarou guerra aberta ao grupo terrorista Al-Qaeda. Os iemenitas queriam combater o terrorismo e extinguir o grupo em todas as províncias.

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2016 - Ataque terrorista em Jarcarta mata sete pessoas

Na Jacarta, Indonésia, um ataque com explosivos e tiros no centro comercial da cidade mataram ao menos setes pessoas em 14 de janeiro. No mesmo dia, o Estado Islâmico se responsabilizou pelo ataque e afirmou que homens bomba também morreram durante a ação.

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2016 - OMS declara fim da epidemia de Ebola na África

Após 11 mil mortes pelo vírus Ebola, em 14 de janeiro de 2016, a Organização Mundial da Saúde declarou fim a epidemia gerada na África Ocidental. O surto começou em 2013. Além disso, a doença tem taxa de letalidade e de transmissibilidade muito alta, o que gerou preocupação em todo o mundo.

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2019 - Acidente com o Boeing 707 mata 15 pessoas no Irã

Um Boeing 707 da companhia aérea iraniana Saha Airlines fez um pouso de emergência em Fath, no oeste de Teerã em 14 de janeiro. O acidente causou a morte de 15 das 16 pessoas que estavam a bordo. A pista de Fath não era adequada para aeronaves do porte Boeing, por isso, na hora do pouso o piloto acabou colidindo com uma área residencial no final da pista.

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2021 - Colapso da falta de oxigênio em Manaus (AM)

No segundo ano da pandemia da Covid-19, a capital do Amazonas declarou falta de oxigênio em hospitais e postos de saúde. Por conta disso, a média móvel de mortes pela doença, a qual o O2 é imprescindível em casos graves, subiu 183%. A situação causou revoltas, desespero e transferência de pacientes para outros estados.

Ministério da Saúde/Divulgação