RIO DE JANEIRO ¿ Nelson Marinho, de 40 anos, que estava a bordo do voo 447 da Air France tinha ¿treinamento especial de sobrevivência na água¿, porque trabalhava em uma plataforma de petróleo. ¿Então meu filho pode estar vivo¿, disse seu pai, Nelson Faria Marinho, de 66 anos, na quarta-feira (3) no hotel onde estão hospedados os parentes dos passageiros do avião desaparecido.

O pai informou à imprensa que seu filho era técnico em mecânica e trabalhava em uma empresa de petróleo italiana. Ele faria conexão em Paris e de lá seguiria para a Angola.

O trabalho que o filho fazia e sua preparação mantêm a esperança do pai. Se ele tiver uma chance de sobreviver, ele vai aproveitar. É por isso que eu quero ir [para Recife, acompanhar as buscas], eu tenho fé de encontrar meu filho, disse, emocionado. Eu estou com muita esperança. Ela é a última que morre, completou.

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