devido ao mau tempo. Maarten disse que as informações foram dadas por sua mãe, Vazti Esther Van Sluijs, de 70 anos, que viajou a Recife junto com outros parentes de vítimas para conhecer o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo 3 (Cindacta 3), centro dos trabalhos de busca." / devido ao mau tempo. Maarten disse que as informações foram dadas por sua mãe, Vazti Esther Van Sluijs, de 70 anos, que viajou a Recife junto com outros parentes de vítimas para conhecer o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo 3 (Cindacta 3), centro dos trabalhos de busca." /

Familiares não sobrevoam área de buscas devido ao mau tempo, diz irmão de vítima

De acordo com Maarten Van Sluijs, irmão de Adriana Francisco Sluijs, passageira do voo 447, os familiares não puderam sobrevoar a área de buscas à aeronave http://ultimosegundo.ig.com.br/voo447airfrance/2009/06/05/chuvas+dificultam+buscas+por+destrocos+de+aviao+da+air+france+6557941.html target=_topdevido ao mau tempo. Maarten disse que as informações foram dadas por sua mãe, Vazti Esther Van Sluijs, de 70 anos, que viajou a Recife junto com outros parentes de vítimas para conhecer o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo 3 (Cindacta 3), centro dos trabalhos de busca.

Anderson Dezan, repórter do Último Segundo no Rio |


Segundo Maarten, os parentes das vítimas foram informados de que, a cada dia que passa, é mais difícil encontrar os destroços, pois a maré pode levá-los para mais longe.

Ele afirmou que sua mãe lhe disse que as atividades do grupo de familiares no Cindacta 3 foram rápidas: eles assistiram a uma palestra que durou de 15 a 20 minutos, onde lhes foi explicado como seguem as buscas e visitaram a sala de controle das operações. Os familiares almoçaram no local e voltaram nesta tarde para o Rio de Janeiro.

Para Maarten, esse acompanhamento dos trabalhos da Marinha e da Aeronáutica é "uma amostra de que eles estão solidários" aos parentes das vítimas. Ele disse que o sobrevoo da região também não aconteceu pois os familiares estão muito abalados e com medo.

O grupo de dez familiares assistiu a uma exposição sobre a operação de busca por destroços da aeronave da Air France e suas dificuldades. Jornalistas também visitaram o local do Cindacta e conheceram o funcionamento da aeronave R-99.

Os parentes, que partiram do Rio de Janeiro em um voo da Força Aérea Brasileira, disseram que só falarão sobre suas impressões em torno da busca depois de se reunir com os parentes das outras vítimas.

Segundo o capitão de fragata Giucemar Tabosa, oficial do Centro de Comunicação da Marinha e o único que conversou com jornalistas sobre a visita dos familiares, os visitantes pretendem avaliar as informações com as pessoas que ficaram no Rio de Janeiro antes de dar alguma declaração.

AP
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Familiares chegam à base do Cindacta

Nesta quinta-feira, ao confirmar que o Comando da Aeronáutica havia convidado os parentes que quisessem conhecer a sede do órgão onde está concentrada a coordenação das buscas a corpos e a destroços do Airbus A330, o brigadeiro Ramon Borges Cardoso explicou que a visita seria breve, mas serviria para que os interessados conhecessem detalhes do trabalho dos militares.

Isso serviria também para que eles tomassem conhecimento das dificuldades do nosso trabalho. Todos querem respostas que não podemos dar devido às dificuldades inerentes a uma busca no mar, disse Cardoso.

O grupo partiu da Base Aérea do Rio de Janeiro por volta das 7h desta sexta (5) em um avião da FAB.

Voo 447 da Air France

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