Familiares ainda não conseguem acesso ao IML do Recife

Dois familiares de vítimas do acidente com o voo 447 da Air France ainda não conseguiram entrar no Instituto Médico Legal (IML) do Recife para acompanhar os trabalhos da perícia. Eles chegaram por volta das 9h40 ao local, mas foram impedidos de entrar. Maarten Van Sluijs, irmão de Adriana Sluijs, assessora de imprensa da Petrobras, e Nelson Marinho, pai do passageiro Nelson Marinho, reclamaram da falta de informação e que não foram recebidos por ninguém responsável pelos trabalhos realizados no Recife,

Socorro Macedo, especial para o Último Segundo |

Sou pai de uma das vítimas e tenho todo o direito de ver os corpos. Não estou satisfeito com o tratamento recebido, na chuva e sem saber o que estava acontecendo", disse Nelson. "Deram o telefone de uma major, mas só está na caixa postal. Não há sala e não ninguém preparado para nos receber em um momento tão difícil. Eu nunca estive em um IML na minha vida. Estou aqui para encontrar com a minha irmã, uma pessoa que carreguei no colo", disse Maarten Van Sluijs.

Segundo a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, os familiares não comunicaram a Polícia Federal e ao governo sobre a visita. Após 30 minutos aguardando do lado de fora do instituto e depois de ser encaminhado por jornalistas, Marteen van Sluijs e o aposentado Nelson Marinho chegaram ao Sesc Santo Antonio, que fica ao lado do IML, onde permanecem na sala reservada à Interpol e conversam com as autoridades sobre os andamentos dos trabalhos.

Mais cedo, os dois familiares conversaram com o Secretário de Defesa Social de Pernambuco, Servilho Silva de Paiva, e, na parte da tarde, se encontram com a chefia da perícia para saber sobre os andamentos dos trabalhos.

Entenda

Dor das famílias

Vídeos

Fotos

Leia também

Leia mais sobre: voo 447

    Leia tudo sobre: airfrance

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG