07/11 - 12:15 - Redação
Um ato ecumênico promovido pela Air France em homenagem às vítimas do voo 447 foi realizado neste sábado de manhã no mirante do Leblon, no Rio de Janeiro. No entanto, parentes de vítimas brasileiras e alemãs reclamaram que vêm recebendo tratamento diferenciado dos parentes franceses.
A rua de acesso ao mirante foi fechada à imprensa e à população. Cerca de dez seguranças permitiam apenas a passagem de moradores e de quem tinha nome na lista de convidados.
| Agência Estado |
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| Nelson Faria Marinho, pai da vítima Nelson Marinho, faz protesto junto com familiares e amigos brasileiras, no Mirante do Leblon, zona sul do Rio. |
"Pelo menos 15 famílias brasileiras de outros Estados tentaram confirmar lugar na cerimônia, mas foram informados (pela companhia aérea) que não tinha mais lugar", disse o presidente da Associação de vítimas do voo 447, Nelson Marinho. Segundo ele, alguns parentes brasileiros ainda não receberam a primeira parcela da indenização, de 17,4 mil euros. Elas também não receberam os atestados de morte presumida e nem recuperaram as bagagens já identificadas. Porém, Marinho disse que os franceses já conseguiram.
Segundo a Air France, a cerimônia foi organizada a pedido de 75% dos familiares contatados. A empresa afirma que participaram cerca de 600 pessoas, entre elas, mais de 500 amigos e parentes das vítimas.
| Divulgação |
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| A Air France afirma que participaram cerca de 500 amigos e parentes das vítimas do voo 447 |
(Com Agência Estado)
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