Michelle Obama visita Cidade do Samba

Primeira dama americana tocou chocalho e tamborim durante a visita de uma hora à escola Unidos da Tijuca

AE |

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Em sua visita de uma hora ao barracão da Unidos da Tijuca, na Cidade do Samba, região central do Rio, neste domingo, 20, a primeira dama norte-americana Michelle Obama gostou do que viu, segundo integrantes da escola que acompanhavam o evento. De acordo com os integrantes, Michelle chegou a sambar no barracão. O desejo de conhecer uma escola teria sido manifestado pela própria primeira-dama.

Ainda segundo eles, Michelle assistiu a uma apresentação da comissão de frente que fez sucesso na Sapucaí este ano, quando a Unidos da Tijuca alcançou o segundo lugar entre as escolas que desfilaram no Grupo Especial, e também viu algumas fantasias e alas da escola. Michelle Obama chegou às 14h27 à cidade do Samba. O esquema de segurança montado para resguardar Michelle era tamanho que os jornalistas foram mantidos em uma rua transversal ao local, em um ponto onde era impossível sequer vê-la sair do carro.

Michelle tocou chocalho e tamborim

O carnavalesco Paulo Barros, da escola Unidos da Tijuca, do Grupo Especial do Rio de Janeiro, contou que a primeira dama norte-americana Michelle Obama tocou chocalho e tamborim durante a visita de uma hora que fez nesta tarde ao barracão da escola, na Cidade do Samba, região central do Rio.

Segundo Barros, a escola apresentou à primeira dama norte-americana e a suas filhas, Malia e Sasha, um workshop dos instrumentos. Elas também assistiram a uma apresentação da bateria e de parte da escola.

Foram apresentados a elas dois dos carros alegóricos que passaram na Marquês de Sapucaí, no desfile deste ano. Os dois se referem a filmes norte-americanos: Indiana Jones e Harry Potter.

Barros contou que Michelle foi extremamente simpática e se mostrou feliz "do minuto em que entrou ao que saiu", e até sambou. "Ela leva jeito para samba, mas é o jeito americano. Quando apresentamos a comissão de frente e a cabeça ''caiu'', disse ''amazing'' (incrível em inglês) e também arriscou palavras em português: linda e bonita", afirmou Barros.

As exigências do governo norte-americano para a visita incluíram a ausência de fotógrafos; a proibição de divulgação de informações no período anterior à visita; e uma inspeção do barracão por agentes norte-americanos. 

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