“Wilde Salome” mostra Al Pacino apaixonado e megalomaníaco

Filme mistura registro de leitura da peça com documentário sobre a filmagem, Oscar Wilde e o próprio ator

Mariane Morisawa, enviada especial a Veneza |

Divulgação
Cena do longa-metragem "Wilde Salome"
Nasceu de uma clara obsessão o filme “Wilde Salome”, que Al Pacino, homenageado do Festival de Veneza 2011 , apresentou na noite do sábado (3), em sessão para jornalistas, fora de competição.

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Desde que leu a peça “Salomé”, escrita por Oscar Wilde, ele diz ter se encontrado. Daí veio a ideia de fazer um filme que é um misto de registro de uma leitura da peça e um documentário sobre o filme, sobre Oscar Wilde – com entrevistas de Bono, Gore Vidal e Tom Stoppard – e sobre o próprio Al Pacino.

Ainda registra a grande performance da atriz Jessica Chastain, de “A Árvore da Vida” , que faz o papel de Salomé. Na peça, rejeitada por João Batista, a princesa da Judéia, Salomé, pede sua cabeça ao padrasto, o rei Herodes.

O filme deixa óbvia o amor de Pacino pela obra, mas também os bastidores de uma peça de teatro, de um filme e uma espiada na personalidade do ator – um líder apaixonado, às vezes difícil e até megalomaníaco, que, no fim, precisa lidar com o tamanho desafio que se impôs.

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