13 Assassins é refilmagem com certo deboche de produção dos anos 1960" / 13 Assassins é refilmagem com certo deboche de produção dos anos 1960" /

Takashi Miike exige paciência com história de samurais estilosa

13 Assassins é refilmagem com certo deboche de produção dos anos 1960

Mariane Morisawa, enviada especial a Veneza |

Divulgação
Sequências de violência em "13 Assassins": especialidade de Takashi Miike
Desde que começou sua carreira no início dos anos 1990, Takashi Miike já dirigiu mais de 80 produções. Em 13 Assassins , exibido em sessão de imprensa na noite desta quarta-feira (8), dentro da competição do 67º Festival de Veneza, o cineasta japonês volta a apresentar sua mistura de violência e humor.

13 Assassins  é uma nova versão de um longa-metragem em preto e branco dirigido por Eichi Kudo em 1963 e baseado em famosa lenda. Na trama, o cruel Naritsugu, que está acima da lei por ser irmão do Shogun, faz o que bem entende, extraindo prazer da maldade. Para impedir que ele assuma o poder, o oficial Doi chama o samurai Shinzaemon Shimada (Koji Yakusho), que reúne 11 guerreiros para matar Naritsugu, protegido por um grande grupo. Perdidos na floresta, eles acabam recrutando um 13º homem, o caçador Koyata (Yusuke Iseya).

A trama, que em princípio leva o gênero a sério e pretende ser fiel ao original, é difícil de acompanhar no início. Tudo é uma preparação para a grande e longa batalha numa pequena vila, em que os 13 assassinos do título enfrentarão 200 pessoas. Ali, Miike coloca seu talento a serviço da criação de artifícios visualmente impressionantes e  – mas também humor, na forma do engraçado Koyata, que debocha dos samurais e também dos filmes do gênero. É quando o filme consegue algum fôlego.

    Leia tudo sobre: Festival de VenezaTakashi Miike13 assassins

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG