"Saideke Balai" provoca risos e vaias do público

Filme sobre indígenas de Taiwan, massacrados pelos japoneses, é novelão com batalhas

Mariane Morisawa, enviada especial a Veneza |

O Festival de Veneza 2011 acabou de começar, mas já tem seu candidato a pior filme deste ano. O segundo longa da competição, “Saideke Balai”, de Te-sheng Wei, de Taiwan, exibido em sessão para jornalistas na noite desta quarta-feira (31), começou com metade da sala cheia e terminou com 1/4 da ocupação e vaias, para quem ainda teve ânimo.

Divulgação
O longa-metragem tailandês "Saideke Balai": candidato ao título de pior filme
Durante a sessão, a história do massacre do povo chamado de “saideke balai” ou “seediq bale”, nativo de Taiwan e destruído depois da invasão japonesa em 1895, provocou risadas, apesar da tragédia envolvida, com cenas de novela do SBT, outras de pastelão à Trapalhões e mais algumas dignas de “Nosso Lar”.

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São 150 minutos de batalhas, atuações empoladas e muito pouco conteúdo. Mais uma vez, um filme oriental decepciona em Veneza.

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