Lope é produção de época eficiente e bem cuidada

Andrucha Waddington dirige longa-metragem em língua espanhola sobre o poeta e dramaturgo Lope de Vega

Mariane Morisawa, enviada especial a Veneza |

Divulgação
Cena de Lope, co-produção Espanha-Brasil dirigida por Andrucha Waddington
Com o 67º Festival de Veneza chegando ao final, a pequena sala Pasinetti estava bem vazia para a sessão de imprensa de Lope , co-produção Espanha-Brasil dirigida por Andrucha Waddington, exibida fora de competição.

O filme conta a história de Félix Lope de Vega y Carpio, conhecido como Lope de Vega, um dos maiores poetas e dramaturgos da Espanha, que viveu no século 16. Ele volta da guerra disposto a não retornar nunca mais aos combates. Quer se dedicar à sua literatura. Aventureiro e galanteador, Lope (o argentino Alberto Ammann) envolve-se em diversas confusões e divide-se entre o amor de Elena (Pilar López de Ayala), casada e filha do dono de uma companhia de teatro, e Isabel (Leonor Watling).

Lope é uma produção de época bem cuidada, que mistura aventura e romance com toques de humor. Andrucha Waddington espana o bolor desse tipo de história com a fotografia ensolarada de Ricardo della Rosa e uma abordagem modernizada, ainda que convencional, sem abandonar a proposta de ser um épico popular.

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