Banalidade da trama atraiu diretor para Happy Few

Quarteto amoroso abordado no filme ¿é uma história contemporânea, que acontece o tempo todo¿, diz Antony Cordier

Mariane Morisawa, enviada especial a Venza |

Reuters
Marina Fois, Roschdy Zem, o diretor Antony Cordier, Nicolas Dechauvelle e Elodie Bouchez no tapete vermelho
O diretor Antony Cordier disse que gostou da história de Happy Few , apresentado na noite de ontem (3) para jornalistas, na competição do 67º Festival de Veneza, porque ela era banal. “É uma história contemporânea, do novo século, de culturas misturadas, que acontece com muita gente. Mas também não é o adultério burguês, feito em segredo”, disse na coletiva de imprensa na tarde desta sexta (4).

No filme, a designer de joias Rachel (Marina Fois) é casada com Franck (Roschdy Zem). Vincent (Nicolas Duvauchelle), webdesigner do site da loja em que ela trabalha, aparece um dia para falar sobre o trabalho. Marcam um jantar a quatro: Rachel e Franck, Vincent e sua mulher, a tradutora Teri (Élodie Bouchez). A partir dali, iniciam um quarteto amoroso. “São quatro pessoas livres, que respondem à vida conforme ela acontece”, disse Marina Fois. “Eles inventam um novo código moral baseado em quatro pessoas, o que resulta num acerto mais estruturado do que a de um casal”, completou.

O diretor precisou responder por que apenas três das quatro combinações possíveis do relacionamento foram explorados – o caso entre Franck e Vincent não se realiza. “É simples: as duas têm um problema de relacionamento e, para superá-lo, decidem experimentar o amor. Este é um filme moderno, e as mulheres são muito mais corajosas, elas são o motor”, afirmou.

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