Troca de acusações domina debate de TV em GO

Variedade de denúncias produziu série de direitos de resposta pelos candidatos ao governo durante o evento

Rodrigo Viana, iG Goiânia |

Os candidatos ao governo de Goiás deixaram de lado as alfinetadas e as menções indiretas e partiram, ontem à noite, para o ataque no debate eleitoral da TV Record.

As denúncias mútuas levaram os governadoriáveis a requisitar direitos de resposta relativos à maior parte das perguntas formuladas.

A rodada de confrontos teve início com a pergunta de Marta Jane (PCB) a Washington Fraga (PSOL) sobre o fechamento da então Rádio K durante o governo de Marconi Perillo (PSDB).

A junção dos dois candidatos no ataque a Marconi o levou a pedir o direito de resposta de pronto.

A Rádio K era comandada pelo radialista Jorge Kajuru, principal crítico do governo Marconi. O tucano argumentou que apenas procurou a Justiça porque se sentiu ofendido na época.

Washington Fraga também não poupou Vanderlan dos ataques e criticou a ausência do governador Alcides Rodrigues na campanha, ao lado do PR.

Vanderlan explicou que a participação do governador nos programas “é questão de marketing” e que Alcides tem se envolvido nas carreatas.

Washington Fraga ainda aproveitou para atacar Iris Rezende quanto à perseguição de sindicalistas da Celg e da Saneago enquanto era governador, o que fez o peemedebista ter mais um minuto de direito de resposta para se defender.

Marconi sofreu mais denúncias quanto ao financiamento de campanha. Segundo os adversários, as empreiteiras e os banqueiros apóiam o tucano, que os favorecerá no governo.

Neste momento, mais uma vez Marta Jane trouxe à tona a investigação no Superior Tribunal de Justiça (STJ) de suposto recebimento de propina, por parte de Marconi, para favorecer os frigoríficos em Goiás.

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