Apesar de clichê, show do Lynyrd Skynyrd empolga plateia do SWU

Veterano grupo de rock é ovacionado ao tocar o hit "Sweet Home Alabama" no festival em Paulínia

Tiago Agostini, enviado a Paulínia |

O Lynyrd Skynyrd encarna boa parte dos clichês do classic rock em seu show. Há uma caveira no símbolo que aparece de tempos em tempos no telão - que também projeta imagens de labaredas de fogo -, um integrante com uma cartola, os cabelos longos de todos os integrantes e, claro, os longos solos de guitarra.

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Os roqueiros do Lynyrd Skynyrd durante a apresentação no SWU
Pudera, já que a banda possui três guitarristas na formação. Assim, cada música tem um momento de destaque para um deles - ou, às vezes, para os três. Como uma das bandas mais tradicionais do southern, a sonoridade e o andamento são calcados no blues. Mais tradicional impossível.

Mesmo tocando para um público que não enchia metade da área dos palcos principais do SWU , a banda mostrava empolgação de estádio lotado. Destaque para o vocalista Johnny Van Zant, que comandava as reações como um maestro, apontando para a plateia seguidas vezes. Olha aí mais um clichê.

A chuva que havia ameaçado cair em diversos momentos chegou exatamente na balada "Simple Man", dedicada aos três membros da banda mortos em um acidente de avião em 1977. Momento perfeito, como cena de cinema, com o público inteiro com as mãos para o alto.

Apesar de uma boa parte da plateia ter saído ao longo da apresentação, quem resistiu viu um bom show. A coroação, claro, veio ao final, com o hino "Sweet Home Alabama", com um coro forte que fazia jus à história da banda.

Mesmo sem muita empolgação para pedir bis, a plateia ainda teve mais uma canção, "Free Bird", outro clássico. Com uma versão de 12 minutos da música, o Lynyrd Skynyrd encerrou o segundo dia de SWU ovacionado.

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