Ruben Medina: "Vamos levar o Rock in Rio para México e EUA"

Um dos diretores do festival conversa com exclusividade com o iG após os portões terem sido abertos

Valmir Moratelli e Vicente Seda, iG Rio de Janeiro |

Vicente Seda
Ruben Medina, dentro do Rock in Rio
Muita coisa mudou desde a primeira edição do Rock in Rio , em 1985.

Se naquela época não havia estrutura e suporte para receber os astros internacionais e o público com conforto e agilidade, desta vez tudo foi pensado para facilitar a satisfação de todos.

Lama, overdoses, tumulto e pancadaria marcaram a primeira edição. Agora o esquema é outro.

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Em entrevista ao iG minutos após os portões serem abertos para os primeiros espectadores, um dos idealizadores do Rock in Rio, Ruben Medina, irmão de Roberto Medina, se sentia satisfeito com a estrutura montada.

“E pensar que tudo começou com uma coisa que nem se compara com o que virou o festival”, disse ele.

Um dos destaques é a Rock Street, que reproduz Nova Orleans, um dos berços do jazz nos Estados Unidos. Uma roda-gigante e uma tirolesa dão mais adrenalina e um tom de “parque de diversão” ao local, que conta também com lanchonetes padronizadas, standes de patrocinadores e lounges.

Ruben adiantou ainda que México, Colômbia e Estados Unidos serão os próximos países a receber edições do Rock in Rio. “Estão nos procurando e as negociações estão adiantadas”, afirmou. Portugal e Espanha também devem receber, mais uma vez, o Rock in Rio em breve.

Fã de Elton John, Ruben quer ver o show do inglês, penúltimo a se apresentar neste primeiro dia de evento. “Não sei se vai dar tempo, mas a gente também é fã”, brinca ele.

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