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Os anos 30 sob o prisma da arquitetura

Conheça as edificações que marcaram o mundo na década de 1930

Juliana Guimarães, especial para o iG |

Flickr / Chris Brown
O edifício Chrysler foi idealizado para sediar a empresa automobilística de mesmo nome
Chrysler
O charme da obra é indiscutível. A marca registrada do prédio é seu topo (conhecido como pináculo), que possui a forma de uma coroa desenvolvida com aço inoxidável. O mesmo material foi usado para revestir a fachada, uma novidade e tanto para a época.

O Chrysler é um representante fiel do Art Decó e foi idealizado por William Van Alen para sediar a empresa automobilística Chrysler. “A construção não tem vínculos evidentes com as correntes do Movimento Moderno, mas causou um imenso impacto urbano”, afirma Maria Helena. Um dos destaques é o saguão de entrada, que reflete a riqueza da obra. No espaço há materiais nobres, como mármore, âmbar e ônix.

Curiosidade: durante um ano, o Chrysler foi o prédio mais alto do mundo. Havia uma disputa para superar o antigo edifício que ocupava esse posto (Banco de Manhattan) e, por esse motivo, a obra começou em segredo. Mas de nada adiantou. Meses depois, perdeu o título para o Empire State.


Michael Slonecker
Na época de sua inauguração, em 1931, o Empire State era o edifício mais alto do mundo
Empire State
A edificação é outro representante do Art Decó, soma 102 andares e foi idealizada pelo arquiteto Gregory Johnson. O prédio foi inaugurado em grande estilo em maio de 1931 e marcou a história: era o arranha-céu mais alto do mundo. As formas geométricas da fachada, marcada pela presença do vidro, encantam visitantes do mundo inteiro.

A estrutura metálica (composta por um pórtico tridimensional) confere leveza aos pavimentos, que podem ser vistos a quilômetros de distância. Além da importância da construção para a arquitetura munidal, o Empire State também representa um importante avanço econômico para os Estados Unidos. O prédio foi construído pouco depois da Crise de 1929 e é para os americanos um sinal de recuperação.

Curiosidade: o Empire State passa por um processo de retrofit e receberá sistemas que ajudam a economizar energia elétrica e diminuir o rastro de carbono, o que o transformará em um dos edifícios mais sustentáveis do mundo.


Lykantrop
A Casa da Cascata foi construída com estrutura de concreto e vigas reforçadas para não ceder
Casa da Cascata
É uma das casas mais famosas do mundo e leva a assinatura de um profissional à frente de seu tempo: Frank Lloyd Wright. A obra fica na Pensilvânia (EUA) e foi planejada em 1934. “É um verdadeiro marco, pois o arquiteto soube integrá-la à natureza ao redor”, afirma Sylvia.

A morada foi construída sobre uma pequena queda d’água – parece que o recurso jorra de um dos pavimentos da residência (o efeito é especial). O projeto foi desenvolvido com estrutura de concreto e vigas reforçadas para suportar o peso dos pavimentos e não ceder devido à umidade. Um dos principais benefícios é poder ouvir o barulhinho da água que bate nas pedras.

Curiosidade: a Casa da Cascata era a morada de finais de semana de uma família norte-americana que, anos depois, doou-a para uma instituição. O projeto foi transformado em museu e recebe milhares de visitantes todos os meses.


Flickr / Pedro Varela Hori
Localizado na Cidade Universitária de Paris, o Pavilhão Suíço foi projetado por Le Corbusier
Pavilhão Suíço
Imagine estudar em um local projetado pelo arquiteto Le Corbusier. Charme, funcionalidade e história não faltam na edificação. Assim é a sensação dos estudantes do Pavilhão Suíço, localizado em Paris. O edifício faz parte da Cidade Universitária da capital francesa e ficou pronto em 1933.

A planta possui uma divisão inteligente. O pavimento térreo acomoda as áreas comuns, enquanto os quartos dos alunos ficam sob os pilotis de concreto. A simetria da fachada e as janelas posicionadas na vertical destacam o projeto e são elementos que traduzem os principais trabalhos do arquiteto francês.

Curiosidade: a edificação foi tombada como patrimônio da França em 1986 e atrai estudantes de arquitetura do mundo inteiro, que decidem conferir os traços de Le Corbusier.

 

 


 

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