Ministros europeus estudarão resposta às revoltas árabes

União Europeia se reúne hoje em Bruxelas para debater a questão

EFE |

Bruxelas - Os ministros de Exteriores da União Europeia (UE) se reunirão esta tarde em Bruxelas para debater em profundidade as consequências das revoltas na Tunísia, Egito e outros países do mundo árabe e estudar como a Europa pode apoiar os processos democráticos. A convite da chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, os ministros participarão de um jantar de trabalho centrado exclusivamente na situação na região, onde as revoluções na Tunísia e Egito se estenderam para países como Líbia, Iêmen e Barein.

O debate continuará na segunda-feira, durante a sessão formal do Conselho de Ministros, na qual se aprovará um documento de conclusões a respeito. Segundo fontes diplomáticas, a minuta que se trabalha por enquanto é um texto "muito geral", no qual principalmente se cumprimentam as transições democráticas impulsionadas pelos cidadãos de Tunísia e Egito, embora será reforçado com contribuições dos ministros antes de sua aprovação.

Ashton, que na semana passada visitou Tunísia e vários países do Oriente Médio e que na próxima estará no Egito, apresentará aos ministros um documento com algumas das possíveis opções para traduzir em termos concretos o apoio europeu à democracia na margem sul do Mediterrâneo.

Além disso, Ashton anunciou contatos com o Banco Europeu de Investimentos - cujo presidente participará na segunda-feira na reunião ministerial - para lançar um programa de empréstimos de até um bilhão de euros para os países do norte da África.

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