Liga Árabe discute como pressionar Síria a cumprir plano de paz

Em cúpula histórica no Iraque, líderes discutem estratégias para forçar Assad a implementar plano de paz que disse aceitar na 3ª

Reuters |

Confrontos entre forças de segurança continuavam na Síria nesta quinta-feira enquanto líderes árabes participavam de uma cúpula em Bagdá com o objetivo de pressionar o governo sírio a implementar rapidamente o plano de paz que o presidente Bashar al-Assad disse aceitar na terça-feira .

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AP
Líderes posam para foto durante a abertura de histórica cúpula da Liga Árabe em Bagdá, no Iraque
Líderes árabes, que parecem ter desistido de seu pedido para que Assad renunciasse e entregasse o poder ao vice, continuam divididos sobre como lidar com a contínua violência.

Antes da cúpula, a Síria disse na quarta-feira que rejeitaria qualquer iniciativa da Liga Árabe, que suspendeu a Síria em novembro , e declarou que lidaria apenas com Estados árabes individualmente.

Em Istambul, representantes da oposição síria se encontraram para tentar resolver disputas internas antes da chegada de ministros de Relações Exteriores ocidentais para uma conferência do grupo "Amigos da Síria" no domingo, a fim de mapear para com direção o levante que dura um ano está caminhando.

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O Observatório Sírio para Direitos Humanos, que monitora a violência no país, relatou que 13 civis, rebeldes e soldados morreram em confrontos pelo país nesta quinta-feira.

Na província de Hama, no norte da Síria, um comboio do Exército sofreu uma emboscada e dois soldados morreram. Em Idlib, três pessoas morreram quando o Exército fez uma incursão em uma área rural, a leste da cidade de Maarat al-Nuaman.

A agência estatal síria Sana disse que dois coronéis foram assassinados na cidade de Aleppo nesta quinta-feira. "Quatro terroristas atiraram em Abdul Karim al-Rai e Fuad Shaaban... enquanto estavam a caminho do trabalho", relatou a Sana.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que também está presente na reunião em Bagdá, disse que a aceitação de Assad para o plano de Kofi Annan, um gesto visto com grande ceticismo pelo Ocidente, "é um importante passo inicial que pode trazer um fim à violência."

Ele clamou Assad a "colocar esses compromissos em efeito imediato".

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