Fonte do serviço de segurança havia dito que uma parte da comitiva de Abdullah foi atacada com pedras e garrafas vazias

Foto mostra rei Abdullah 2º da Jordânia, na Casa Branca, em 1º de setembro de 2010
Getty Images
Foto mostra rei Abdullah 2º da Jordânia, na Casa Branca, em 1º de setembro de 2010
O governo da Jordânia negou que o comboio do rei Abdullah tivesse sido atacado no sul do país nesta segunda-feira.

Um porta-voz disse que as notícias de que um grupo de homens teria atirado pedras e garrafas contra o comboio na cidade de Tafileh, no sul do país. seriam "infundadas".

"A comitiva de majestade, o rei, não foi atacada", limitou-se a dizer Taher Adwan, porta-voz do governo jordaniano.

Uma fonte dos serviços de segurança havia indicado um pouco antes que uma parte da comitiva do rei havia sido atacada com pedras e garrafas vazias por um grupo de homens com idades entre 20 e 30 anos. "Ninguém ficou ferido e o comboio modificou seu trajeto", acrescentou, sem mais detalhes.

O suposto ataque veio um dia após o rei Abdullah ter anunciado planos para permitir que membros do gabinete de governo passem a ser eleitos em vez de ser indicados pelo monarca.

A exemplo do que vem ocorrendo em vários países no Norte da África e no Oriente Médio há meses, a Jordânia também tem sido palco de protestos, em sua maioria pacíficos, por reformas e mais democracia.

*Com BBC e AFP

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