Conflitos no Iêmen matam pelo menos 13 pessoas, diz ministério

Militantes abriram fogo contra soldados do governo. Conflito no sul do país é um dos maiores desafios do novo presidente, Abd-Rabbu Mansour Hadi

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Pelo menos 13 militantes ligados à Al Qaeda e soldados do governo morreram neste sábado durante um conflito em um posto de controle perto do porto de Áden, no sul do Iêmen, informou o Ministério da Defesa do país. Os militantes abriram fogo contra o posto de controle a partir de dois veículos, fazendo as tropas do governo responder, disse o ministério em seu website.

Entenda: Novo presidente do Iêmen enfrenta problemas no sul do país

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Curiosos olham veículo incendiado durante os ataques entre militantes e soldados do governo

Oito militantes e cinco soldados morreram na troca de tiros, de acordo com o comunicado. Um dos veículos dos militantes também foi destruído. O combate ocorreu seis dias depois de o Exército iemenita ter lançado uma ofensiva contra insurgentes islâmicos que atacaram um acampamento militar perto da cidade de Lawdar. Cerca de 200 pessoas foram mortas até agora nos conflitos.

Na sexta-feira, pelo menos 34 pessoas, a maioria militantes islâmicos, foram mortos perto de Lawdar, disseram autoridades, depois de o governo ter intensificado suas operações, enviando uma unidade de elite antiterrorismo da capital, Sanaa. Uma autoridade local afirmou que a Força Aérea Iemenita bombardeou dois locais controlados por militantes. Não houve informações sobre vítimas.

Em um comunicado enviado por email na sexta-feira, o Ansar al-Sharia (Partidários da Lei Islâmica), um grupo afiliado à Al Qaeda, afirmou que seus combatentes mataram, nos dois dias anteriores, 37 homens que lutavam a favor do governo. O conflito no sul do país é um dos maiores desafios do novo presidente, Abd-Rabbu Mansour Hadi.

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