Operação de retirada de civis e ajuda humanitária foi prejudicada neste sábado após ataques com morteiros

Reuters

Um dia depois de ficar sob fogo em Homs , um grupo de ajuda se reuniu às margens de um distrito mantido por rebeldes neste domingo (09) para retirar civis e entregar suprimentos humanitários para 2.500 pessoas presas pela guerra civil da Síria.

Ontem: Morteiros são disparados em Homs antes da chegada de missão humanitária da ONU

Crianças, mulheres e idosos começaram a ser levados nesta sexta-feira de bairros sitiados da cidade síria de Homs
AP
Crianças, mulheres e idosos começaram a ser levados nesta sexta-feira de bairros sitiados da cidade síria de Homs

A equipe conjunta das Nações Unidas e do Crescente Vermelho sírio ficou presa em Homs por várias horas após escurecer no sábado, quando foi atacada no momento em que entregava alimentos e remédios.

Autoridades atribuíram o ataque a facções rebeldes, mas ativistas disseram que foram as forças do presidente Bashar al-Assad.

A retirada: Começa operação de retirada de civis da cidade sitiada de Homs, na Síria

O Crescente Vermelho disse que um de seus motoristas ficou ligeiramente ferido, mas o restante da equipe acabou deixando Homs com segurança.

O conflito da Síria já deixou 130 mil mortos, expulsou milhões de suas casas e devastou distritos inteiros de cidades sírias --particularmente Homs, um centro de protesto quando surgiu o levante de 2011 contra 40 anos do comando da família Assad.

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