Governo egípcio declara Irmandade Muçulmana como "grupo terrorista"

Por Reuters |

compartilhe

Tamanho do texto

Autoridades podem agora acusar qualquer membro do movimento; estopim foi ataque em posto policial na terça

Reuters

O governo egípcio designou formalmente a Irmandade Muçulmana nesta quarta-feira (25) como "organização terrorista", acusando o grupo do ataque suicida a bomba na estação de polícia que matou 16 pessoas.

Conheça a home Último Segundo

Carro-bomba mata 13 pessoas em posto policial no Egito

AP Photo/Ahmed Ashraf
Além de 16 mortos, ataque deixou centenas de feridos no Egito (24/12)

A decisão anunciada pelo ministro Hossam Eissa dá às autoridades o poder de acusar qualquer membro do movimento do deposto presidente Mohamed Morsi de ligação com organização terrorista, o que marca uma escalada na repressão do governo sobre o grupo.

Depois do ataque de terça-feira (24), o primeiro ministro Hazem el-Beblawi já havia descrito a Irmandade como terrorista, mas foi hoje que o movimento formalizou a decisão. A Irmandade condenou o atentado a bomba, cuja responsabilidade foi reivindicada por um grupo militante radical chamado Ansar al-Bayt Maqdis.

Leia tudo sobre: mundo árabeirmandade muçulmanaterrorismoegitomorsiqueda de morsi

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas