Observatório cita que crianças e mulheres morreram após atingidas por 'bombas barril' lançadas de helicópteros

Reuters

Mais de 300 pessoas morreram em uma semana de ataques aéreos na cidade de Alepo, no norte da Síria, e outras cidades vizinhas por forças do presidente Bashar al-Assad, disse um observatório nesta segunda-feira (23).

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Muitas das vítimas, dentre as quais estavam dezenas de mulheres e crianças, foram mortas pelas chamadas 'bombas barril', lançadas de helicópteros, disse o Observatório Sírio pelos Direitos Humanos.

Sírio segura o corpo de uma criança vítima de um ataque aéreo em Alepo; mortes chegam a 300
Reuters
Sírio segura o corpo de uma criança vítima de um ataque aéreo em Alepo; mortes chegam a 300


As autoridades sírias dizem que estão lutando contra rebeldes que nos últimos 18 meses controlam partes de Alepo, maior cidade síria, e a maior parte da região circundante.

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Mas o grupo de direitos humanos condenaram o uso das bombas improvisadas --tambores ou cilindros de óleo repletos de explosivos e fragmentos de metal, muitas vezes empurradas para fora do compartimento de carga da aeronave-- como uma forma indiscriminada de bombardeio.

Rami Abdulrahman, diretor do Observatório pró-oposição sediado na Grã-Bretanha, disse que 87 crianças e 30 mulheres estavam entre as 301 pessoas mortas nos ataques aéreos a Alepo desde 15 de dezembro.

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