Filho de líder da Irmandade Muçulmana é morto em confrontos no Egito

Por Reuters |

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Ammar Badie, filho de Mohammed Badie, morreu depois de ser baleado durante protestos do 'Dia da Ira'

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AP
Mohammed Badie (na foto de arquivo ao microfone), líder da Irmandade Muçulmana, perdeu seu filho Ammar nos protestos na sexta-feira

O filho de Mohammed Badie, líder da Irmandade Muçulmana, foi morto no Cairo durante o "Dia de Ira" da sexta-feira, com manifestações contra o governo egípcio apoiado pelas Forças Armadas, disse o Partido Liberdade e Justiça, ligado à Irmandade.

Ammar Badie, 38, morreu depois de ser baleado quando participava de protestos na Praça Ramsés, informou o partido em sua página no Facebook.

Veja imagens do "Dia da Ira"

O paradeiro de Mohammed Badie, que é o guia geral do grupo islâmico, é desconhecido. Ele foi indiciado sob a acusação de incitar a violência e será julgado a partir de 25 de outubro. A morte de seu filho ocorre depois da morte da filha de Mohammed El-Beltagi, um político de alto escalão da Irmandade, durante protestos nesta semana.

Perguntas e respostas: Entenda as causas dos conflitos no Egito

A TV estatal egípcia também informou no sábado que o filho de Hassan Malek, outro líder da Irmandade, foi morto.

Protestos de sexta-feira mataram 173 pessoas, diz governo egípcio

A polícia também prendeu o político ligado à Irmandade Gamal Heshmat, segundo comunicado divulgado pela Aliança Anti-Golpe. Heshmat é um dos líderes principais do Liberdade e Justiça.

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