Investigadores dos EUA terão acesso a suspeito de ataque na Líbia

Agentes do FBI poderão entrevistar o militante islâmico Ali Ani al-Harzi; ele é suspeito de ter participado dos ataques contra o consulado americano em Benghazi

Reuters |

Reuters

AP
O embaixador dos EUA na Líbia, Chris Stevens, fala com a mídia local em Benghazi (11/04/2011)

Autoridades da Tunísia concordaram em permitir que investigadores do FBI, departamento de inteligência americana, tenham acesso a um militante islâmico detido e suspeito de ter participado dos ataques contra as instalações diplomáticas dos Estados Unidos na Líbia, em 11 de setembro.

A informação foi confirmada por autoridades americanas na sexta-feira (2). Segundo elas, os agentes poderão entrevistar Ali Ani al-Harzi, sob a supervisão das autoridades tunisianas.

O acordo foi divulgado em uma declaração escrita emitida na sexta-feira por dois senadores republicanos dos EUA, Saxby Chambliss, vice-presidente do Comitê de Inteligência do Senado, e Lindsey Graham, do Comitê de Serviços Armados do Senado.

Leia mais sobre o ataque:

Embaixador dos EUA na Líbia é morto em ataque em Benghazi
Líder de grupo islâmico comandou ataque a embaixada, dizem autoridades da Líbia
Ataque a consulado na Líbia provoca debate acalorado entre Obama e Romney

Fontes norte-americanas disseram que a Al-Harzi é suspeito de participar dos ataques em Benghazi, nos quais Christopher Stevens , embaixador dos EUA para a Líbia, e três outros funcionários norte-americanos foram mortos. 

    Leia tudo sobre: suspeitoconsulado americanobenghazichristopher stevenslíbiaeua

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG