Sobe número de feridos em confrontos na embaixada dos EUA no Egito

Protestos foram causados pelo vídeo supostamente produzido nos Estados Unidos que ridiculariza o profeta Maomé

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Os choques entre a polícia egípcia e manifestantes que protestam pelo vídeo supostamente produzido nos Estados Unidos que ridiculariza o profeta Maomé continuaram nesta sexta-feira nos arredores da embaixada americana, onde já deixaram 250 feridos.

Dezenas de jovens lançaram pedras contra as forças da ordem, que responderam com gás lacrimogêneo, disse à Agência Efe uma fonte dos serviços de segurança, que fecharam todas as ruas de acesso à legação.

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AP
Protestos no Egito

Os soldados da ordem detiveram até o momento pelo menos 40 pessoas acusadas de atacar as forças de segurança, propriedades públicas e a embaixada.

A Irmandade Muçulmana egípcia e grupos radicais, como Gamaa al Islamiya, convocaram protestos na saída das mesquitas após a oração muçulmana de sexta-feira para expressar sua rejeição ao vídeo, cuja autoria ainda causa dúvidas.

Em comunicado emitido hoje, a Irmandade Muçulmana fez uma chamada a todas as forças e movimentos que participem das manifestações na Praça Tahrir e em todas as províncias egípcias para que o façam de forma "civilizada e pacífica".

"A expressão do protesto tem que ser de uma maneira civilizada e pacífica, em correspondência com a civilização antiga do povo egípcio e a do grande Islã", destaca a nota. 

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