Saiba mais sobre a revolta no mundo árabe

Mapa mostra países do Oriente Médio e do norte da África com protestos contra governos autoritários e economia precária

iG São Paulo |

Os protestos opositores na Tunísia que levaram em janeiro à renúncia do presidente Zine El Abidine Ben Ali , no poder desde 1987, deram força para os egípcios conseguirem derrubar em fevereiro o ditador Hosni Mubarak , depois de 30 anos na presidência, e inspiraram movimentos populares em diversos países da região.

Um deles foi a Líbia, onde Muamar Kadafi , que se agarrou ao poder por 42 anos até ser deposto por um levante popular iniciado em fevereiro que se tornou uma sangrenta guerra civil, foi morto em 20 de outubro por forças revolucionárias dois meses depois da queda do regime .

No Oriente Médio e no norte da África, a identidade árabe encontrou força na voz contrária aos governos opressores e à situação econômica precária, com inflação, desemprego e falta de perspectivas para os jovens.

"O que aconteceu na Tunísia rompeu o costume do medo e mostrou que era possível - com uma velocidade surpreendente - derrubar um regime, com uma dificuldade menor do que a imaginada", disse Bourhan Ghalioun, diretor do Centro de Estudos sobre o Oriente Contemporâneo (CEOC), em Paris.

Além de Tunísia, Egito e Líbia, Síria, Marrocos, Argélia, Iêmen, Bahrein e Jordânia foram alguns dos países palcos da revolta que tomou conta do mundo árabe nas últimas semanas.

Veja no mapas abaixo os principais pontos de tensão no mundo árabe:

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