As sete polêmicas do Enem

Saiba quais foram os problemas que mantiveram o Exame Nacional do Ensino Médio entre os assuntos mais comentados do ano

iG São Paulo |

1 - Sem relógio ou lápis
O Edital lançado em outubro permitiu apenas uso de caneta preta com tubo transparente e houve reclamações de estudantes que consideravam relógio e lápis essencial. O Ministério Público Federal do Espírito Santo pediu liminar para liberar objetos, mas foi negada .

2 - Distância dos locais de prova
O local da prova foi agendado por ordem alfabética e em muitos casos ficava bastante longe do endereço do candidato. Alguns atrasados e ausentes culparam a distância que em alguns casos era de até 30 quilômetros .

3 - Gabarito invertido
No primeiro dia de prova as primeiras questões eram de Ciências Humanas e as últimas de Ciências da Natureza, mas o gabarito invertia a ordem . Os fiscais pediram para preencher a resposta conforme o número da questão, mas algumas pessoas dizem ter feito o contrário. O MEC fez um site para que prejudicados informem como responderam e pudesse considerar a inversão.

4 - Impressão repetia questões
Um lote de 33 mil provas foi impresso com erro de ordenação que repetia questões e deixava outras de fora. Segundo a gráfica, foram distribuídas 21 mil destas para candidatos. Os 9,5 mil prejudicados que tiveram o problema registrado em ata pelos fiscais foram os únicos que tiveram direito à prova substituta .

5 - Mensagens durante a prova
Um repórter do Jornal de Pernambuco que fez o exame enviou uma mensagem com o tema da redação pelo celular ao ir ao banheiro, meia hora após o início do teste. Candidatos confirmam que era possível colar. O MEC desclassificou candidatos que usaram redes sociais no horário do exame .

6 - "1808" citado como 1810
Uma pergunta incluía trecho do livro “1808” de Laurentino Gomes com erro de data ( afirmava que a abertura dos portos no Brasil ocorreu em 1810) . Segundo o MEC, a confusão não impedia que o candidato chegasse à resposta correta.

7 - Redação vazou
Uma professora que aplicou a prova em Remanso, na Bahia, abriu um caderno de questões destinado a cegos duas horas antes do início das provas. Ela viu o tema da redação, Trabalho e Escravidão, e vazou a informação para o marido que fez uma pesquisa na internet para o filho. O estudante também pediu ajuda a professores. O candidato foi desclassificado e os pais respondem a processo.

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