As dez pesquisas mais bizarras do ano

Não existe limite para até onde pode ir a mente de um cientista. Leia e vote no estudo mais esquisito do ano

Alessandro Greco, especial para o iG São Paulo |

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Estudo usou banco de dados da liga de baseball

1 - Sorria, meu bem, e viva mais

Pesquisadores da Universidade de Wayne, nos Estados Unidos, avaliaram a relação entre o sorriso e o tempo de vida em jogadores de beisebol americanos. “Este é o primeiro estudo que ligar a intensidade do sorriso a resultados biológicos, a longevidade”, disseram os pesquisadores. O resultado foi que aqueles que sorriam mais, viviam mais. “Neste modelo, a intensidade do sorriso foi responsável por 35% da variação na taxa de sobrevivência”. Os pesquisadores analisaram fotos de jogadores da Major League Baseball (MLB).



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De acordo com estudo, o ohar pode dizer muito sobre o eleitor

2 - Atenção ao movimento dos olhos, ele pode denunciar em quem você vota

Segundo pesquisa da universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, conservadores tendem a ignorar o que outras pessoas estão olhando enquanto liberais tendem a segui-las com os olhos para notar o que elas estão vendo. A explicação sugerida pelos pesquisadores é que o valor dado aos conservadores a sua autonomia pessoal pode torná-los menos influenciáveis por outras pessoas e consequentemente responder menos aos estímulos visuais. O artigo científico completo, em inglês, está aqui



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Pilotos têm bons cérebros, só não se sabe ainda o motivo

3 - O supercérebro dos pilotos de avião de caça

Pesquisa feita com pilotos da Força Aérea da Grã-Bretanha (a famosa RAF) mostrou que eles têm um controle cognitivo superior em quesitos como precisão e resolução de conflitos. Os cientistas somente não identificaram se eles nasceram assim ou se o supercérebro é fruto do treinamento. O resumo do artigo original, em inglês, está aqui







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Sim, o sexo gera ondas elétrica e é possível medir isto

4 - O incrível eletrovaginograma

Há certos experimentos científicos que é melhor deixar para os cientistas explicarem com suas próprias palavras, no caso, quatro pesquisadores da Universidade do Cairo, no Egito. Aqui vai o objetivo do eletrovaginograma: “Investigamos a hipótese de que a vagina gera ondas elétricas que afetam sua contração durante a pressão exercida pelo pênis”. A conclusão é, sim, pode-se medir. O resumo do trabalho, em inglês, está aqui






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Moscas se sentem atraidas por pares com as mesmas bactérias no estômago

5 - Quer conquistar um par?

Uma pesquisa publicada no periódico científico Proceedings of the National Academy of Science (PNAS) mostrou que a mosca da espécie Drosophila melanogaster são atraídas por pares que têm as mesmas bactérias no estômago que elas. Segundo os cientistas elas geram alterações nos feromônios, o que implica na escolha do par. Ou seja: sua flora intestinal pode te arranjar casamento. O resumo da pesquisa, em inglês, está aqui





6 - Arremesso de cobra

Cobras não têm asas e obviamente não voam, certo? Quase. Há uma espécie, a Chrysopelea paradisi capaz de voar entre as árvores nas florestas asiáticas. Agora, sem mais delongas, vale a pena ver o vídeo da façanha com o autor da pesquisa jogando uma delas de uma torre de 15 metros de altura. O resumo do artigo original, em inglês, está aqui




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O chiclete pode evitar tropeços

7 - O chiclete e o equilíbrio corporal
Reza a lenda que não é possível andar e mascar chiclete ao mesmo tempo. Agora nunca ninguém havia estudado a relação entre mascá-lo e a postura humana. Neste ano, pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão, analisaram o caminhar de 12 voluntários que mascavam chicletes e a conclusão é que a melhor coisa a fazer para ficar com uma postura equilibrada quando se está de pé é basicamente fazer “nhac, nhac, nhac”. Chicletes contribuem para o equilíbrio corporal. O original da pesquisa, em inglês, está aqui



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Pequisadores usaram abelhas para modelos de abuso de álcool
8 - Abelhas de porre
É, as abelhas também ficam bêbadas. Um estudo da universidade americana de Oklahoma avaliou o efeito do álcool sobre o comportamento social e a comunicação em uma colméia. O resultado mostrou que houve uma diminuição significativa no caminhar, descansar e nos encontros para trocar comida no grupo que ficou alcoolizado. Obviamente, elas não se embebedaram sozinhas. Haviam sido devidamente 'alimentadas' pelos pesquisadores que queriam entender os efeitos do álcool nelas para verificar a possibilidade de fazer das abelhas um instrumento para modelos de abuso de álcool. O resumo do original da pesquisa, em inglês, está aqui


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Uso de placebo como afrodisíaco é infalível
9 - Placebo: o melhor afrodisíaco feminino
Nada como acreditar que está tomando um afrodisíaco para aumentar o prazer sexual. Ao menos no caso das 50 mulheres que afirmavam estar insatisfeitas na cama e participaram de um teste clínico para pessoas com disfunção sexual. O detalhe é que o medicamento era um placebo e mesmo assim 1/3 delas relatou ter tido uma melhora no desempenho. O resumo da pesquisa, em inglês, está aqui






10 - Características elétricas do pênis

O estudo é simples: quanto de eletricidade pode ser passado pelo pênis sem que ele sofra danos. O trabalho foi feito com três deles e tinha o objetivo, nas palavras dos cientistas que fizeram o artigo, era “criar modelos para analisar o efeito da eletricidade nos nervos e vasos penianos”. O resumo do artigo original, em inglês, está aqui

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