Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) identificaram uma mutação genética do vírus BK que pode estar ligada à rejeição no transplante renal. A descoberta foi feita em um estudo com 105 pacientes transplantados com algum nível de rejeição.

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) identificaram uma mutação genética do vírus BK que pode estar ligada à rejeição no transplante renal. A descoberta foi feita em um estudo com 105 pacientes transplantados com algum nível de rejeição. Os casos mais avançados ocorreram nos portadores do subtipo mais agressivo do BK.

O pesquisador Mariano Zalis explica que o vírus BK está presente, em estado latente, no organismo de 80% das pessoas. Os medicamentos imunossupressores tomados pelo paciente transplantado podem impedir que o corpo combata o vírus BK, que se torna ativo e causa infecção.

“Não é possível dizer que o vírus foi o único fator que determinou a rejeição. Mas pacientes que têm o vírus com essa mutação precisam de atenção maior”, afirma a pesquisadora Ana Carolina Zalona. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .

AE

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