Lisboa, 10 mai (EFE).- A filial portuguesa da organização Anistia Internacional lançou o "Tyrannybook", uma imitação da rede social virtual "Facebook", mas destinada a conscientizar as pessoas sobre os líderes mais questionados do mundo no âmbito dos direitos humanos, cujas atividades poderão ser seguidas de perto.

Lisboa, 10 mai (EFE).- A filial portuguesa da organização Anistia Internacional lançou o "Tyrannybook", uma imitação da rede social virtual "Facebook", mas destinada a conscientizar as pessoas sobre os líderes mais questionados do mundo no âmbito dos direitos humanos, cujas atividades poderão ser seguidas de perto. Irene Rodrigues, porta-voz da organização em Portugal, disse hoje à Agência Efe que a iniciativa, cuja ideia original é do publicitário Leo Burnett Iberia, se tornou "um sucesso", depois de uma semana de sua inauguração. Assim como no "Facebook", para utilizar o "Tyrannybook" o usuário deve fazer um registro, com o qual podem entrar e escolher o líder que fiscalizarão, com comentários escritos ou vídeos. Ramzan Akhmadovich Kadyrov, da Chechênia; Aleksandr Lukashenko, de Belarus; Thomas Lubanga Dyilo, da República Democrática do Congo; Mahmoud Ahmadinejad, do Irã; Than Shwe, de Mianmar; Kim Jong-il, da Coreia do Norte; Omar Hassan Ahmad al-Bashir, do Sudão; Radovan Karadzic, da Sérvia; Robert Mugabe, do Zimbábue; e Hu Jintao, da China, são os dez mais populares no site. A porta-voz da organização disse que o critério de seleção se baseia em pessoas poderosas, mas não necessariamente chefes de Estado, que tenham se destacado "negativamente" por violarem os direitos humanos. O site pode ser acessado pelo endereço www.tyrannybook.com, mas Irene afirmou ainda não dispor de dados sobre a quantidade de acesso desde a inauguração da rede social. EFE atc/pd

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.