Com o fim da patente do Viagra no próximo mês de junho, após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o mercado de genéricos se movimenta. Pelo menos quatro laboratórios já tiveram medicamento com o mesmo princípio ativo (citrato de sildenafil) registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e mais 13 pedidos são analisados.

Com o fim da patente do Viagra no próximo mês de junho, após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o mercado de genéricos se movimenta. Pelo menos quatro laboratórios já tiveram medicamento com o mesmo princípio ativo (citrato de sildenafil) registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e mais 13 pedidos são analisados.

Para Odnir Finotti, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos, a chegada de versões do Viagra deve trazer R$ 100 milhões para o setor neste ano. “É o produto que todas as empresas queriam.” Segundo ele, o preço pode chegar a até 50% do máximo cobrado pelo original - inicialmente, a redução será de 35%. Em Brasília, uma caixa com dois comprimidos de 50mg é vendida, em média, por R$ 65.

Finotti prevê que novas opções estejam no mercado em junho. O Laboratório Teuto, que teve o medicamento registrado na Anvisa, informou que não poderia “divulgar a data exata de lançamento por uma questão estratégica”. Em 2010, foram comercializados 7 milhões de comprimidos no País, um negócio anual de R$ 170 milhões.

Por meio de nota, o laboratório Pfizer declarou que “acata, mas respeitosamente discorda da decisão” do STJ. Ainda cabe recurso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

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