Seis candidatos querem disputar a Prefeitura de Magé, no Rio

Eleições suplementares serão realizadas no dia 17 de julho; registros serão divulgados até o próximo dia 1º

iG Rio de Janeiro |

O Tribunal Regional Eleitoral informou que subiu para seis o número de candidatos ao cargo de prefeito do município de Magé , que terá eleições suplementares no dia 17 de julho. Ezaquiel Siqueira da Conceição e sua vice, Maria das Graças Melo de Souza, ambos do PCdoB, entraram com o pedido de registro nesta segunda-feira (20), último dia para apresentação de requerimento em caráter individual.

Os registros dos candidatos a prefeito e vice-prefeito, inclusive os impugnados, vão ser julgados pelo Juiz da 110ª Zona Eleitoral de Magé, Thiago Holanda Mascarenhas, e as decisões publicadas até o dia primeiro de julho, ou seja, até 16 dias antes da votação.

Também registraram candidaturas Octaciano Gomes Ramos e Thelma Regina Lodi Castro (PSOL); Genivaldo Ferreira Nogueira e Eduardo Domingos Marques (PPS); Álvaro Alencar de Oliveira Rodrigues e Gutemberg Oliveira de Assunção (PT); Werner Benites Saraiva da Fonseca e Valdeck Ferreira de Mattos da Silva, pela Coligação "Magé para os mageenses" (PTdoB e PTC); e Nestor de Moraes Vidal Neto e Cláudio Ferreira Rodrigues, pela Coligação "Magé no rumo certo" (PMDB, PSDB, PSL e PSC).

Nesta terça-feira, dia 21, encerra-se o prazo para o juiz da 148ª ZE, Orlando Eliazaro Feitosa, convocar os partidos políticos e a representação das emissoras de televisão e de rádio para elaboração do plano de mídia do horário eleitoral gratuito.

É também o último dia do sorteio para escolha da ordem de veiculação da propaganda de cada partido político ou coligação no primeiro dia do horário eleitoral gratuito. A propaganda gratuita no rádio e na televisão tem início nesta quarta-feira, 22 de junho.

Entenda o caso

Eleitos em 2008, prefeita Núbia Cozzolino (PMDB) e posteriormente de seu vice, Rozan Gomes da Silva (PSL), foram cassados no ano seguinte.

Núbia foi afastada da prefeitura a pedido do Ministério Público , que a denunciou por formação de quadrilha e desvio de dinheiro. No mês seguinte a seu afastamento, ela foi presa acusada de vender combustível adulterado .

A cassação de seu mandato veio na sequência, por abuso de poder e uso indevido de meios de comunicação na campanha de 2008. A decisão final que a considerou inelegível e confirmou a perda de seus direitos políticos foi anunciada em 2010.

O vice-prefeito Rozan Gomes (PR), que assumiu a prefeitura após o afastamento de Núbia, também foi cassado. O presidente da Câmara, Anderson Cozzolino (PMDB), o Dinho, irmão de Núbia, assumiu desde então como prefeito interino da cidade.

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