Gasto médio ficou em R$ 96,30 em Roraima; Paraíba registra o menor custo, de R$ 9,54 por eleitor

Roraima teve o recorde de gastos no primeiro turno das eleições no Brasil, proporcionalmente ao número de eleitores, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os 413 candidatos que prestaram contas no Estado declararam custos de R$ 26,18 milhões. A média por eleitor ficou em R$ 96,30. Os valores finais serão ainda maiores, uma vez que os dois candidatos a governador que concorreram no segundo turno ainda não apresentaram suas prestações de contas à Justiça Eleitoral.

Em segundo e terceiro lugar no ranking dos Estados em que candidatos mais investiram nas campanhas ficaram Tocantins e Mato Grosso, com gastos médios por eleitor de R$ 54,09 e R$ 54,04, respectivamente. Já Paraíba e Pará foram os Estados onde esse valor foi o mais baixo em todo o País. Na Paraíba, os 327 candidatos que prestaram contas declararam gastos de R$ 26,15 milhões, uma média de R$ 9,54 por eleitor. No Pará, 658 candidatos revelaram gastos de R$ 52,28 milhões, média de R$ 10,96 por votante.

Os candidatos de São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil, declararam gastos no primeiro turno de R$ 482,04 milhões, um custo médio de R$ 15,91 por eleitor. No segundo maior colégio eleitoral, Minas Gerais, os gastos chegaram a R$ 336,65 milhões. Na média, R$ 23,18 por eleitor. E no Rio de Janeiro, terceiro colégio do Brasil, 1.911 candidatos declararam ter gasto R$ 211,62 milhões para tentar conquistar o voto dos 11.589.763 eleitores fluminenses. A média ficou em R$ 18,26 por eleitor.

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