PMDB descarta secretaria de Alckmin em SP

Partido queria indicar nome para Secretaria de Agricultura, mas nome foi vetado por governador

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O PMDB descartou a sua participação no primeiro escalão do governo de São Paulo, apesar de ainda negociar a presidência da Coordenadoria de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (Codasp), autarquia ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

Segundo o presidente da comissão provisória da sigla, deputado estadual Baleia Rossi, o fato de o governador Geraldo Alckmin ter vetado a indicação de um nome político para a Agricultura, em dezembro, foi o bastante para o PMDB descartar qualquer cargo de secretário.

"O PMDB não vai ter secretaria, já que para nós o fundamental é que o indicado fosse um deputado", disse Rossi.

"Até especularam que o PMDB poderia ter a Secretaria da Agricultura, mas não fomos procurados e nem acenamos para essa possibilidade", completou o deputado.

Nem mesmo a procura pelo governo estadual de um nome para substituir o secretário João Sampaio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, cuja saída foi antecipada pela Agência Estado, animou o PMDB. O partido sabe que o governo estadual trabalha para ter um técnico como substituto de Sampaio.

"A tendência é realmente um nome técnico. O governo estadual estuda agora as possibilidades", ratificou hoje um interlocutor do governador. O próprio Sampaio admitiu hoje que torce pela escolha de um nome técnico para substituí-lo. "Eu torço para que seja um nome técnico", disse, após evento de criação da Câmara de Desenvolvimento Metropolitano. O secretário lembrou que, antes mesmo de assumir o posto, informou ao governador que ficaria por até seis meses à frente da pasta, mas que antecipou sua saída por motivos pessoais e profissionais. Sampaio ocupou o posto nas administrações José Serra (PSDB) e Alberto Goldman (PSDB) e foi mantido por Alckmin.

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