Nomes para a Saúde seguirá critério técnico, diz Padilha

Prioridade, segundo ministro, é nomear pessoas comprometidas com a saúde pública

Agência Brasil |

AE
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, em inauguração de clínica
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta sexta-feira (7) que o preenchimento de cargos na sua pasta seguirá critério técnico, independente de partidos políticos. Segundo o ministro, que passou em visita pelo Rio de Janeiro, a prioridade é nomear para os principais cargos de seu ministério pessoas comprometidas com a saúde pública.

“Estou aberto a ouvir qualquer sugestão de políticos, parlamentares e governadores, desde que sejam sugestões para melhorar a saúde do País. A orientação da presidenta Dilma Rousseff é fazer um grande esforço para que a saúde seja uma área de excelência, que possamos dar conta dos desafios que o SUS e a saúde do País têm. Essa é a minha prioridade. Creio que existem pessoas dos vários partidos que possam ter esse critério, assim como há pessoas que não são filiadas a nenhum partido”, disse Padilha, dando como exemplo o secretariado já escolhido. Segundo ele, a maioria de seus secretários não é filiada a partidos políticos.

Com um orçamento de R$ 77,3 bilhões, o Ministério da Saúde tem sido alvo de disputa entre PT e PMDB, que luta para evitar a um loteamento de petistas em cargos de segundo escalão da pasta. Recentemente, a disposição do PT em cargos importantes antes dominados por peemedebistas, como a presidência dos Correios, a Secretaria de Atenção à Saúde e a Fundação Nacional da Saúde (Funasa), provocou um bate-boca, com acusações e xingamentos entre o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), e o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

 Em entrevista ao iG , Alves reconheceu insatisfações em setores da sigla e pediu a manutenção de postos.

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