Líder do governo na Câmara afirma que partido está satisfeito com a cota de ministérios e que 'retaliação é coisa de oposição'

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza(PT-SP), disse hoje, ao chegar ao Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília (DF), que não acredita em uma retaliação do PMDB em votações no Congresso por insatisfação pela cota de ministérios que terá no governo de Dilma Rousseff . "Retaliação é coisa de oposição”, afirmou.

Para sustentar a sua afirmação, Vaccarezza teceu elogios ao líder do PMDB na Câmara Henrique Alves, primo de Garibaldi Alves (PMDB-RN) e responsável pelo anúncio da indicação do senador à pasta da Previdência Social pelo PMDB à Dilma. “Sei que Henrique Alves é leal ao governo", afirmou.

O deputado, que é o favorito para disputar a presidência da Câmara, disse ainda que na terça-feira (14) deverá sair o nome do PT para a disputa pelo comando da casa. “Espero consenso” disse.

Questionado sobre o nome de Alexandre Padilha para assumir o Ministério da Saúde, Vaccarezza disse considerar um “excelente nome, mas que a indicação depende da presidenta eleita”.

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