MPF pede prorrogação da prisão de seis no Amapá

Nomes dos presos não foram divulgados; STF negou pedidos de soltura do ex-governador Waldez Góes (PDT), e de sua mulher

Agência Brasil |

O Ministério Público Federal (MPF) pediu a prorrogação da prisão temporária de seis das 18 pessoas que foram presas na última sexta-feira (10) devido à Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal, que apura operações envolvendo desvio de dinheiro do Amapá e da União.

A assessoria da Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que não divulgará o nome das seis pessoas que devem continuar presas, porque o inquérito está correndo sob segredo de Justiça. “O pedido de prorrogação foi necessário para não comprometer os depoimentos em curso e o andamento das investigações”, informa a nota da PGR.

A medida foi solicitada ao Superior Tribunal de Justiça no Inquérito nº 681 (Operação Mãos Limpas), que está sob análise do ministro João Otávio Noronha. A assessoria do STJ disse que o ministro ainda não decidiu sobre o caso.

Mais cedo, a Polícia Federal informou que não pediria a revogação das prisões. A expectativa era que os 18 envolvidos fossem soltos nesta quarta-feira, após a meia-noite, quando expiravam os cinco dias de prisão preventiva, que começaram a ser contados na última sexta-feira (10).

No Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa, negou os pedidos de soltura do ex-governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), e de sua mulher Marília Xavier. Góes e a mulher foram os únicos dos 18 presos que pediram habeas corpus no STF.

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