Motorista do prefeito morto em Jandira permanece na UTI

Hipótese de crime político é até agora a mais forte já que a cidade tem um histórico de atentados contra pessoas públicas

Agência Estado |

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Ainda é grave o estado de saúde do segurança do prefeito de Jandira baleado na última sexta-feira. Wellington Martins dos Santos, conhecido como Geleia, permanece internado na Unidade de Terapia de Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Seu quadro está inalterado desde o dia do crime.

O segurança acompanhava o prefeito Walderi Braz Paschoalin (PSDB), que foi morto no ataque. Os dois chegavam a uma rádio da cidade, na grande São Paulo, para a gravação de um programa semanal. Ontem, policiais faziam ronda no hospital. Na casa de Geleia, no bairro Jardim Alvorada, em Jandira, familiares se recusam a dar informações.

A hipótese de crime político é até agora a mais forte. O próprio governador de São Paulo, Alberto Goldman, que era companheiro de partido de Paschoalin, afirmou que não acredita que tenha sido um crime comum. A cidade já tem um histórico de atentados contra pessoas públicas.

A polícia ainda não colheu o depoimento dos quatro suspeitos presos. De acordo com o delegado Zacarias Tadros, como os presos não quiseram falar nada por enquanto, a polícia vai primeiro colher informações sobre o caso para depois confrontar durante os depoimentos. "Estamos atentos a todos os detalhes para definir quem são os executores e partir para descobrir a motivação e possíveis mandantes", diz Tadros, do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). O delegado espera ter novidades ainda nesta semana. O inquérito deve ficar pronto em 30 dias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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