Morte de prefeito de Jandira teria custado R$ 600 mil

Suspeita sobre o valor surgiu a partir de diálogos entre vereadores da cidade que chegaram à polícia

Agência Estado |

A polícia suspeita que a morte do prefeito de Jandira (SP), Braz Paschoalin (PSDB), pode ter custado R$ 600 mil. Os investigadores trabalham com a informação de que os mandantes teriam pago R$ 200 mil a título de adiantamento.

O restante seria entregue após a execução, mas isso não ocorreu porque os pistoleiros foram capturados no dia do crime. Em 10 de dezembro, quatro homens foram presos. A suspeita sobre o valor surgiu a partir de diálogos entre vereadores da cidade que chegaram à polícia.

Até antes do Natal, prevê a polícia, o caso estará encerrado no que diz respeito aos matadores. As provas são muito relevantes, avaliam os policiais. Quanto aos mandantes, a missão pode se prolongar porque depende da análise do histórico de chamadas telefônicas realizadas e recebidas pelos quatro pistoleiros.

Dois homens são apontados preliminarmente como mandantes - Wanderlei de Aquino, ex-secretário municipal de Habitação, e Pedro Roberto Galvão, empresário de caça-níqueis que mantinha contrato com a administração para serviços de sinalização de trânsito.

Ontem, o desembargador Geraldo Wohlers, da 3.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, negou liminar a habeas corpus da defesa de Aquino na ação por apropriação indébita. No caso do assassinato do prefeito, Aquino é defendido pelo advogado Mauro Otávio Nacif, criminalista com mais de três décadas de experiência forense. Nacif ingressou com um segundo habeas corpus no TJ. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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