Marconi diz que 'acabou o tempo da preguiça' em Goiás

Em seu discurso, o novo governador alfinetou seu antecessor, o petista Alcides Rodrigues

AE |

Com um discurso em tom duro, desabafo e promessas de moralização dos negócios do Estado, o tucano Marconi Ferreira Perillo Júnior, 47 anos, tomou posse do governo de Goiás na Assembleia Legislativa. "Nosso governo será ancorado no mérito", disse Perillo, que assumiu pela terceira vez o governo .

Marconi assume o governo após renunciar ao mandato de senador, no qual foi substituído por Cyro Miranda Gifford Júnior, de 62 anos. O vice-governador é José Eliton Figueiredo Júnior (DEM), que na segunda-feira assume a função administrativa de presidente da companhia energética Celg, que será reestruturada.

O governo começará, em dois dias, uma ampla reforma administrativa, seguida de investimentos na recuperação de rodovias, educação, saúde, políticas sociais e segurança pública. A nova administração também deve anunciar um plano de ajuste fiscal. "A situação do Estado é caótica", disse Giuseppe Vecci, o novo secretário de Gestão e Planejamento.Com um discurso em tom duro, desabafo e promessas de moralização dos negócios do Estado, o tucano Marconi Ferreira Perillo Júnior, 47 anos, tomou posse do governo de Goiás na Assembleia Legislativa. "Nosso governo será ancorado no mérito", disse Perillo, que assumiu pela terceira vez o governo.

"Em Goiás, acabou o tempo da preguiça, da dissimulação, da mentira, da omissão e da acomodação do governo", discursou, alfinetando seu antecessor, o petista Alcides Rodrigues. "Acabou o tempo da prostração", disse, em referência a um livro do escritor Bernardo Élis.

Marconi assume o governo após renunciar ao mandato de senador, no qual foi substituído por Cyro Miranda Gifford Júnior, de 62 anos. O vice-governador é José Eliton Figueiredo Júnior (DEM), que na segunda-feira assume a função administrativa de presidente da companhia energética Celg, que será reestruturada.

O governo começará, em dois dias, uma ampla reforma administrativa, seguida de investimentos na recuperação de rodovias, educação, saúde, políticas sociais e segurança pública. A nova administração também deve anunciar um plano de ajuste fiscal. "A situação do Estado é caótica", disse Giuseppe Vecci, o novo secretário de Gestão e Planejamento.

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