Ex-ministros do Esporte, petista e comunista são acusados, em inquérito no Superior Tribunal de Justiça, de fraudes na pasta

O petista Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal
Fellipe Bryan Sampaio, iG Brasília
O petista Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou hoje (18) a quebra de sigilo fiscal e bancário do ex-ministros do Esporte Orlando Silva, do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e do policial João Dias.

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O ministro Cesar Asfor Rocha, relator dos inquéritos que apuram denúncias contra os acusados, acatou pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), encaminhado hoje ao STJ.

A quebra de sigilo será referente ao período entre 2005 e 2010, época em que supostamente ocorreram os desvios no programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte. Asfor Rocha também acatou o pedido para tomar depoimento de Agnelo Queiroz, Orlando Silva e de mais 26 pessoas.

Orlando Silva, ex-ministro do Esporte
AE
Orlando Silva, ex-ministro do Esporte

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