Justiça decide processar Deborah Guerner e mais cinco

Tribunal decidiu abrir processo criminal contra promotora e ex-procurador Leonardo Bandarra por participação no escândalo do DF

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Durante o julgamento, promotora disse ter passado mal e foi atendida em posto de saúde
Os juízes do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, decidiram abrir um processo criminal contra a promotora Deborah Guerner e o ex-procurador de Justiça Leonardo Bandarra, por tentar coagir o ex-governador José Roberto Arruda.

Além dos dois, também serão réus nessa ação o marido de Deborah, Jorge Guerner; o delator do esquema do mensalão do DF , Durval Barbosa; o engenheiro civil Marcelo Carvalho de Oliveira, que trabalhou para as Organizações Paulo Octávio; e Claudia Marques, funcionária público do governo do Distrito Federal (GDF).

Os desembargadores concluíram que há indícios de que tenha ocorrido crime de extorsão, e por isso resolveram abrir processo para aprofundar as investigações. A relatora, desembargadora Mônica Sifuentes, disse que "no mínimo eles terão de explicar melhor alguns fatos".

Débora Guerner, que chegou a ser repreendida pelo presidente do TRF, Olindo Menezes, no início do julgamento, pela manhã, por estar falando em voz alta e atrapalhar o julgamento, depois deixou o plenário em companhia do marido , Jorge Guerner, para ir ao posto médico próximo ao tribunal. Ela não havia retornado ao plenário até o anúncio da decisão sobre a abertura de processo contra ela e mais cinco pessoas. Leonardo Bandarra, no entanto, acompanhou todo o julgamento.

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