Medida foi aprovada no Congresso, mas Ministério Público afirma que haveria violação do sigilo

Eleitor teria voto imprensso logo após inserir escolha na urna
AE
Eleitor teria voto imprensso logo após inserir escolha na urna
O Supremo Tribunal Federal (STF) está decidindo, hoje, a impressão do voto nas eleições, que foi aprovada pelo Congresso. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ingressou com ação contra a medida por considerar que ela pode ferir o sigilo do voto dos eleitores. Segundo ele, o sigilo é uma garantia da inviolabilidade do voto.

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A relatora do processo, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, acaba de afirmar que a Justiça Eleitoral teria de gastar mais de R$ 1 bilhão a mais nas eleições para implantar o sistema que permite a impressão dos votos. Segundo ela, haveria um aumento de 140% no custo do voto.

Cármen Lúcia ainda não concluiu o seu voto. Os demais ministros do STF também devem se manifestar. O voto eletrônico começou a ser adotado em 1996 no Brasil. Em 2000, o sistema foi usado em todo o país.

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