Depois da festa de comemoração aos 31 anos do partido, petistas seguiram para coquetel na casa do advogado Sigmaringa Seixas

Cerca de 30 convidados vips esticaram as comemarações do aniversário de 31 anos do PT ontem à noite na casa do advogado Sigmaringa Seixas. Após evento do partido no sindicado dos Bancários, em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff e o padrinho Luiz Inácio Lula da Silva foram recebidos com coquetel, regado a uísque e vinho, seguido por jantar na casa de Sigmaringa. Ao lado da ex-primeira-dama Maris Letícia, Lula circulou por diversas rodinhas, segundo relato de participantes.

Em um círculo restritito, que contou com Antonio Palocci e outros seis ministros, o ex-presidente voltou a se queixar de que "acha engraçado" quando tentam "jogá-lo" contra Dilma. A presidenta já não estava mais na festa quando Lula fez o comentário. "Ele usou o mesmo tom que usou no discurso do PT. Que a relação dele com Dilma é indestrutível", relatou um convidado.

Cansada, Dilma pediu desculpas aos presentes e foi uma das primeiras convidadas a se retirar da festa. Antes de ir, em tom emocionado, conversou com Lula sobre o ex-vice José Alencar e a visita que havia feito a ele na manhã de ontem, em São Paulo.

Estiveram presentes no jantar o ex-ministro da Casa Civi José Dirceu, José Genoino, os ministros Luiz Sergio (Integração Nacional), Paulo Bernardo (Comunicações), Iriny Lopes (de Políticas para Mulheres) e José Eduardo Cardozo (Justiça) além dos governadores Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, e Marcelo Deda, de Sergipe.

De partidos aliados, estavam Renato Rebelo, do Pc do B e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB.

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