Dilma retoca na última hora discurso de diplomação

Petista conta com a ajuda de assessores, que lhe entregaram uma primeira versão do discurso em tom protocolar

Andréia Sadi, iG Brasília |

A diplomação de Dilma Rousseff ocorre na tarde de hoje, mas o discurso da presidenta eleita passou por canetadas da petista até a última hora. Dilma conta com ajuda de assessores para elaborar o texto em que agradecerá a vitória para a Presidência, mas a última palavra é sempre dela.

Na primeira versão do discurso, um roteiro curto, de agradecimento e protocolar foi entregue para a presidenta, mas pode sofrer modificações. Na base do discurso, deverá ainda ser enaltecido a democracia brasileira, o papel da mulher na política e a vitória da primeira presidenta eleita para a Presidência da República.

Em um discurso que não deverá chegar nem a 15 minutos, segundo a reportagem apurou com a transição, Dilma vai também agradecer à Justiça Eleitoral. O caráter de improviso deverá ficar de fora. O discurso da posse, que acontecerá no dia 1º de janeiro, será mais elaborado e terá um tom mais emocional.

A cerimônia terá a duração de cerca de uma hora, segundo o TSE. Em seguida à abertura da sessão, Dilma e Michel Temer, vice-presidente eleito, serão chamados ao plenário para acompanhar o Hino Nacional. Após receberem o diploma, Dilma deverá discursar. Estão previstos apenas uma saudação de Lewandowski e uma breve fala da petista. Os diplomas de Dilma e Temer foram confeccionados pela Casa da Moeda e seguem o padrão de caligrafia e visual determinado pelo Código Eleitoral, segundo o tribunal.

Para o evento, foram convidadas autoridades, amigos e familiares. Por conta do espaço pequeno, , somente 100 pessoas poderão acompanhar a cerimônia do plenário do TSE. As demais acompanharão a diplomação do auditório do tribunal, localizado no segundo andar do prédio. Além dos ministros de Estado, foram convidados também os 27 governadores eleitos, mas cerca de 10 devem se ausentar porque serão diplomados no mesmo dia. Dilma e Temer puderam convidar 34 pessoas -- 17 de cada um.

    Leia tudo sobre: governo luladilma roussefftransição

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG