Dilma quer popularizar internet e tablets, diz Bernardo

De acordo com ministro, Dilma priorizará Plano de Banda Larga e programa Luz para Todos

Agência Estado |

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Ligadíssima em novas tecnologias, a presidente Dilma Rousseff quer massificar o acesso à internet. A oferta de serviços de banda larga a preços populares, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), é o que ela chama de "xodó 2.0". O primeiro xodó é o programa Luz Para Todos.

"Ela acha que isso poderá, num prazo razoavelmente curto, significar um aumento muito grande da produtividade do trabalho, melhor aproveitamento da estudantada na escola, melhor desempenho dos professores, as empresas serão altamente beneficiadas", diz Paulo Bernardo, em entrevista ao Estado .

Bernardo, que hoje toma posse no Ministério das Comunicações, foi incumbido de mapear, na indústria nacional, quem é capaz de fornecer equipamentos para o setor de informática e comunicações. Dilma quer que a nova classe média possa comprar tablets a prestação. Medidas de incentivo na forma de crédito e tributação favorecidos poderão ser adotadas.

"A Dilma falou assim: ‘chama os produtores nacionais de computador e faz uma negociação com eles para fornecer tablets com preço mais popular’. Preço popular seria R$ 400, R$ 500, algo que a prestação caiba no bolso", contou Bernardo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Déficit nominal
O déficit nominal zero é uma meta que certamente será perseguida na gestão da presidenta Dilma Rousseff, afirmou Bernardo. “Se não tivesse o advento da crise (financeira internacional de 2008 e 2009), o governo teria zerado o resultado nominal, ainda em 2010. É uma meta que certamente vai ser perseguida”, disse. O resultado nominal é a diferença entre receitas e despesas, incluídos os gastos com pagamento de juros da dívida.

Segundo Paulo Bernardo, será um “desafio fantástico” conhecer a nova área de atuação. “Um área que não tenho domínio, mas é um desafio fantástico que temos que vencer”. Ele lembrou que permaneceu por quase seis anos no Ministério do Planejamento. “O presidente Lula teve sorte, mas teve políticas que determinaram o bom resultado (econonômico) que tivemos”, acrescentou.

*Com Agência Brasil

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