A reforma prevê a publicação anual do balanço da estatal e a criação de subsidiárias

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O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, vai entregar ainda esta semana ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o detalhamento da reforma do estatuto da empresa. Segundo ele, as mudanças são necessárias para melhorar a governança da estatal, deixando-a semelhante a empresas como Petrobras e Caixa Econômica Federal.

De acordo com Pinheiro, que se reuniu nesta quarta-feira (5) com Paulo Bernardo, a reforma do estatuto prevê a publicação anual do balanço dos Correios, que atualmente não é obrigatória. Outra mudança será a eleição de um representante dos trabalhadores para integrar o Conselho de Administração da empresa. A reforma do estatuto também permitirá que os Correios criem subsidiárias.

“Isso deixa a empresa com maior transparência perante a sociedade e perante o governo também”, disse o presidente da estatal. Ele destacou, no entanto, que o governo não pretende abrir o capital da empresa.

Pinheiro disse que as prioridades da presidência dos Correios são a organização do concurso público e a abertura de licitação para a contratar novas franquias postais. “Vamos trabalhar nisso de maneira urgente”, assegurou.

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